Se é bem verdade que não pode haver queima sem as célebres barraquinhas, também é verdade que não há queima com barraquinhas célebres que não conte com a barraquinha da Tuna Feminina de Medicina do Porto…
Já desde 1998 que muita boa gente conta histórias dos shots e bejecas que se tomaram ao balcão desta barraquinha… É mesmo caso para dizer: “se uma barraquinha falasse, esta teria sem dúvida muitas coscuvilhices para contar…”
Nela se beberam (e pagaram) bons copos, se gastou muita garganta, se verteu muita groselha para fazer moranguitos... namorou-se muito, perdoou-se muito, jogou-se muito ao braço de ferro, bateu-se muito com a cabeça no telhado (ou naquela porcaria que fecha a parte da frente da barraca), fizeram-se muitas contas (a maioria mal feitas), chateou-se muito o pessoal que insistia em debruçar-se no balcão e quase deitava a barraca abaixo… mas, e principalmente, nela se fizeram boas amizades, amizades para toda a vida que jamais serão esquecidas porque estão por trás do segredo que mantém a nossa barraquinha em pé, apesar de todos os empurrões, abanões e enxurradas de água…
Por isso... enquanto houver Tuna e Queima, haverá uma XARAM!!!
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